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Arrastão de cascadura promove 2ª edição do Angu com Samba neste sábado

Quinta-feira, Junho 26th, 2008

Sábado dia 28 de julho, o Arrastão de Cascadura promove a 2ª edição do Angu com samba. A animação ficará por conta de Grupo Sem Intervalo, Naldo do cavaco e convidados. Preço do ingresso : 5 reais.

A quadra fica na Rua Caetano da Silva 700, Cascadura.

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Unidos da Tijuca vai abrir concurso para novos ritmistas

Terça-feira, Junho 17th, 2008

A Unidos da Tijuca abriu concurso que selecionará 20 componentes para a bateria. A idéia do mestre Casagrande é juntá-los aos 280 ritmistas deste ano. No último desfile, a bateria fez 37 pontos, três a menos do que a nota máxima, resultado que a deixou à frente de apenas outras três baterias.

“Estamos abrindo espaço para novos talentos”, anuncia Casagrande.

Os interessados devem comparecer quinta-feira às 20h na quadra, na Avenida Francisco Bicalho 47, quando recomeçam os ensaios.

Google MapsVeja como chegar pelo GoogleMaps

Fonte: ODia

CDs de sambas da Unidos da Tijuca

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Estácio 1979

Segunda-feira, Junho 16th, 2008

Estava a pouco navegando no site da Estácio de Sá e me encontrei esse antológico desfile de 1979 que eles disponibilizaram em seu site.

Enredo: Das trevas ao sol, uma odisséia dos karajás.

A Estácio(que na época se chamava Unidos de São Carlos) foi a segunda escola a desfilar no domingo de carnaval e foi a 8ª Colocada do Grupo 1A.

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Adeus Jamelão

Sábado, Junho 14th, 2008

jamelao

As 4 horas da madrugada do sábado dia 14 de junho de 2008 morre aos 95 anos José Clementino Bispo dos Santos, o Jamelão.

Em homenagem, resolvemos compilar todas as referências que existem na internet sobre esse marco da história do samba do nosso país.

Fonte: ODia

Sobre Jamelão

Sua história

Suas músicas

Seus DVDs

Sua fotos

Estação Primeira de Mangueira

Notícias

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Sábado tem Sambanet na quadra da Unidos da Tijuca!

Sexta-feira, Junho 13th, 2008

Sambanet 2008Rio - Neste sábado, Na quadra da Unidos da Tijuca vai ser palco da entrega do prêmio S@mba-Net 2008, dado aos melhores do Carnaval. Os ingressos estão sendo vendidos no Babado da Folia, que fica localizada na Avenida Buenos Aires 287, no Centro do Rio. O valor é R$ 5,00.

O clube dos portuários fica na Av. Francisco Bicalho, 47 – Santo Cristo, Rio, RJ

Confira os premiados do S@mba-Net 2008:

Grupo A
Melhor Desfile - Império Serrano
Melhor Bateria - Império Serrano
Melhor Casal de MS e PB - Rogerinho Rosa e Pryscilla Rosa (União da Ilha)
Melhor C/Frente - Caprichosos de Pilares
Melhor Samba-Enredo Inédito - Acadêmicos do Cubango
Melhor Puxador - Zé Paulo (Caprichosos de Pilares)
Melhor Enredo - Lins Imperial
Melhor Comunicação com o Público - União da Ilha
Melhor Alegoria - 5ª Alegoria - “Nação nordestina” (Acadêmicos da Rocinha)
Melhor Conjunto Alegórico - Acadêmicos da Rocinha
Mais Elegante Galeria de Velha-Guarda - União da Ilha
Melhor Ala de Crianças - Acadêmicos de Santa Cruz
Melhor Ala de Baianas - Império Serrano
Melhor Conjunto de Passistas - Império da Tijuca
Melhor Ala - “Anjos, a vitória do bem” (Estácio de Sá)
Melhor Conjunto de Fantasias - Acadêmicos da Rocinha
Melhor Destaque de Luxo - Fábio Aragão - “A Luz” (Estácio de Sá)

Grupo B
Melhor Desfile - Unidos de Padre Miguel
Melhor Bateria - Paraíso do Tuiuti
Melhor Casal de MS e PB - PC e Roselane (Inocentes de Belford Roxo)
Melhor C/Frente - Sereno de Campo Grande
Melhor Samba-Enredo Inédito - Unidos de Padre Miguel
Melhor Puxador - Leléu (Indep. da Praça da Bandeira)
Melhor Enredo - Paraíso do Tuiuti
Melhor Alegoria - 2ª Alegoria - “Reino de Ifé” (Unidos de Padre Miguel)
Melhor Conjunto Alegórico - Unidos de Padre Miguel
Mais Elegante Galeria de Velha-Guarda - Unidos de Lucas
Melhor Ala de Crianças - Alegria da Zona Sul
Melhor Ala de Baianas - Unidos de Padre Miguel
Melhor Conjunto de Passistas - Arranco
Melhor Conjunto de Fantasias - Unidos de Padre Miguel
Melhor Destaque de Luxo - 4ª Alegoria - Alexandre Coutinho (Unidos de Padre Miguel)

Grupo Especial
Melhor Ala de Passistas - Portela
Mais Elegante Galeria de Velha-Guarda - Salgueiro
Melhor Destaque de Luxo - Nilcemar Pires (Imperatriz Leopoldinense)

Grupo C
Melhor Desfile - Unidos do Jacarezinho

Fonte: ODia

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Caixa de Guerra

Sábado, Abril 12th, 2008

DVDs

Caixa de guerra - É o que dá o som característico ao samba. Só com o som da caixa já se pode identificar uma escola de samba. É sempre tocado com duas baquetas, e tem duas cordas sobre o ‘couro’ que dão uma afinação diferente. Marca o andamento, mas permite floreios que não ocorrem nos surdos. A forma como se toca uma caixa varia também de escola para escola: algumas utilizam o instrumento embaixo, na altura da cintura, tocando normalmente com as duas mãos; outras põem a caixa ‘em cima’, utilizando uma mão como apoio e a outra livre. O tarol é uma caixa de guerra mais fina. O som é muito semelhante, e o tarol, em tamanho, equivale a ‘meia caixa’.

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GRES Unidos da Tijuca

Sábado, Abril 5th, 2008

Unidos da TijucaFundada em 31 de dezembro de 1931, é uma das escolas de samba mais antigas do Brasil em atividade, perdendo apenas para Mangueira, Portela, Vai-Vai e União de Vaz Lobo. A agremiação surgiu a partir da fusão de quatro blocos existentes nos morros das redondezas (Casa Branca, Borel, Formiga e Ilha dos Velhacos). Mas o Morro do Borel, hoje em dia, é seu maior reduto, local de onde sai boa parte de seus componentes. Entre seus fundadores estão Leandro Chagas, João de Almeida, Pacífico Vasconcelos, Tatão, Alfredo Gomes, Marina Silva, Zeneida Oliveira e Regina Vasconcelos.

Em 1936, a escola viveu seu grande momento: foi a grande campeã do carnaval carioca, com o enredo Sonhos delirantes. Naquele desfile, realizado na Praça Onze, a Tijuca trouxe uma inovação, apresentando alegorias aludindo o enredo.

De 1960 a 1980, a escola enfrentou um período muito difícil, desfilando no segundo grupo e sem conseguir subir. Neste período, somente uma vez chegou perto de voltar ao grupo das grandes. Em 1980, a Tijuca reencontrou o caminho da vitória, sendo a campeã do Grupo 1B. Assim, voltava ao grupo principal do carnaval carioca.

Durante muitos anos, a escola não teve colocações muito boas, chegando a ser rebaixada algumas vezes. Na última vez, em 1998, homenageava o Vasco da Gama (clube de futebol e navegador). Em 1999, no Grupo de Acesso, a Tijuca fez um desfile memorável, com o enredo O Dono da Terra do carnavalesco Oswaldo Jardim, com um belo carnaval e um samba antológico, sendo reconduzida ao Grupo Especial.

Fez um grande carnaval em 2000, Terra dos papagaios… Navegar foi preciso!. O 5º lugar obtido foi o melhor resultado em quase 50 anos. No ano seguinte, cantou a vida e obra de Nelson Rodrigues e não obteve o sucesso do ano anterior.

Em 2002, homenageou a Língua Portuguesa e teve problemas com a última alegoria, que a fez terminar o desfile acima do tempo regulamentar e, com isto, foi punida com 0,2 na apuração. Ficou em nono lugar.

Em 2003, um desfile que falava dos Agudás, também problemático em diversos quesitos, obteve a 9ª colocação.

Com a chegada do carnavalesco Paulo Barros, a escola surpreendeu e conquistou o vice-campeonato em 2004 com enredo que falava dos avanços da Ciência, tendo revolucionado a estética dos desfiles ao apresentar alegorias humanas, como o já clássico carro do DNA.

Em 2005, foi novamente vice campeã, com um enredo que falava de cidades e reinos do imaginário humano dessa vez ficando a apenas um décimo da campeã Beija-Flor, tendo sido a favorita do público e vencedora do Estandarte de Ouro de melhor escola.

Em 2006, mais uma vez a escola do Morro do Borel entrou como favorita no Sambódromo onde realizou um desfile vibrante. Com o enredo Ouvindo tudo que vejo, vou vendo tudo que ouço, do carnavalesco Paulo Barros, a escola assumiu o desafio de transformar o som em imagem.

O desfile transcorreu perfeitamente, a escola foi premiada, ganhando, mais uma vez, o Estandarte de Ouro de melhor escola, porém amargou a sexta colocação.

Após o carnaval, a escola perdeu Paulo Barros, que transferiu-se para a Viradouro em 2007. O carnavalesco foi substituído pela dupla Lane Santana e Luiz Carlos Bruno .

Em 2007, a Tijuca superou todas as expectativas e manteve o estilo de Paulo Barros, provando que a escola é maior que qualquer carnavalesco. Ela desfilou com o enredo De lambida em lambida, a Tijuca dá um click na avenida, que falou sobre a fotografia, conquistando a quarta colocação, ficando ainda na frente da escola do ex-carnavalesco, a Unidos do Viradouro.

Para o carnaval 2008, a azul e ouro da Tijuca falará sobre as mais diversas coleções que nós podemos ter. O enredo Vou juntando o que eu quiser, minha mania vale ouro. Sou Tijuca, trago a arte colecionando o meu tesouro que é assinado pelo carnavalesco Luiz Carlos Bruno , conquistando a quinta colocação.

Para o carnaval 2009, Luiz Carlos Bruno ocupará somente a função de carnavalesco , depois de cinco anos como diretor de carnaval e exercendo dupla-função em 2008 .

Este artigo está licenciado sob a GNU Free Documentation License.
Usa material do artigo da Wikipédia “Unidos da tijuca”.

Notebook

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Bateria

Sábado, Abril 5th, 2008

Bateria da Escola G.R.E.S. ESTÁCIO DE SÁ 2007 O Ti Ti Ti Do SapotiBateria

O coração da escola. Assim pode ser definida a bateria de uma escola de samba. Lá, o samba pulsa, na batida do surdo. É dali que a animação flui, transbordando pela Sapucaí, ditando o ritmo da agremiação no desfile. Quando o puxador da escola começa a cantar o samba, público e componentes já se agitam. Mas é somente quando o repique soa e a bateria entra que a festa é total: é carnaval! Ao seu vibrante som, acompanhado pelo samba-enredo cantado, a escola passa e encanta na avenida.

Uma bateria de escola de samba tem, em geral, cerca de 300 componentes (segundo as obrigatoriedades do regulamento, ela não pode se apresentar com menos de 200 ritmistas). Os diretores de bateria a dividem em vários naipes de instrumentos. Antigamente, era usual concentrar os pesados atrás e os leves na frente. Hoje, são observadas diversas arrumações, com fileiras de instrumentos nas laterais e outros concentrados no meio. Cada bateria tem seu diretor principal (o chamado mestre de bateria) e outros diretores que o auxiliam no comando dos ritmistas, em número que varia de 5 a 10. Esses diretores se posicionam ao longo da ala e comandam seu setor. O naipe de tamborins, em geral, é o único que tem diretores específicos.

O puxador, para manter o andamento do samba, tem sempre a seu lado um cavaquinho (e eventualmente um violão de sete cordas). Mas tais instrumentos só aparecem junto ao carro de som, não fazendo parte do corpo da bateria. Também são proibidos nos desfiles instrumentos de sopro.

Aqui você irá conhecer mais detalhes sobre os instrumentos que compõem a bateria de uma escola de samba.

Instrumentos Pesados ou de Marcação (são a base do ritmo)

Surdo de primeira - É o maior surdo e o que dá o andamento principal ao samba, servindo como base. Os puxadores se guiam por ele para não acelerar ou desacelerar o canto do samba. Em geral, há um surdo de primeira junto aos puxadores, como guia. Tem uma afinação mais forte e mais aguda do que a dos surdos de resposta.

Surdo de segunda - É a resposta ao surdo de primeira. Serve como sustentação para o samba no momento em que o surdo de primeira está ‘parado’, sendo um contraponto.

Surdo de terceira - Aparece entre os outros dois (um pouco antes do surdo de segunda). Serve para dar um molho especial à cadência, quebrando a dureza dos outros surdos e dando um balanço à marcação. A batida varia de escola para escola, pois cada uma utiliza um tempo de corte.

A bateria da Mangueira é famosa por não apresentar os surdos de resposta (segunda e terceira). Tem apenas a primeira e um surdo de corte, também chamado surdo mor, que não é de resposta, mas que suinga a primeira. Ela é a única escola que faz sua marcação desta forma; as demais utilizam as marcações comuns com primeira, segunda e terceira.

Caixa de guerra - É o que dá o som característico ao samba. Só com o som da caixa já se pode identificar uma escola de samba. É sempre tocado com duas baquetas, e tem duas cordas sobre o ‘couro’ que dão uma afinação diferente. Marca o andamento, mas permite floreios que não ocorrem nos surdos. A forma como se toca uma caixa varia também de escola para escola: algumas utilizam o instrumento embaixo, na altura da cintura, tocando normalmente com as duas mãos; outras põem a caixa ‘em cima’, utilizando uma mão como apoio e a outra livre. O tarol é uma caixa de guerra mais fina. O som é muito semelhante, e o tarol, em tamanho, equivale a ‘meia caixa’.

Repique - É uma resposta à caixa. É bastante utilizado nas paradinhas e nas viradas do samba, como ’senha’ para a volta dos demais instrumentos. Antigamente, utilizava-se predominantemente o repique nas paradinhas. Hoje, já admite-se o uso de chocalhos, tamborins e outros, enquanto o resto da bateria silencia.

Instrumentos Leves ou de Percussão (são o molho do samba)

Chocalho - É formado por várias fileiras de ‘chapinhas’. Há chocalhos com duas, três, quatro, cinco e até seis fileiras. Não há uma grande diferença no som dos chocalhos devido ao número de fileiras (mas uma maior quantidade de fileiras produz um som mais forte). Esse instrumento aparece mais nos refrões, e fica passagens inteiras do samba sem ser tocado. O chocalho ajuda a caixa a dar o suingue do samba, mas é mais leve.

Tamborim - É um dos instrumentos mais importantes, já que faz todo o desenho do samba. Enquanto os surdos e a caixa fazem uma marcação contínua, o tamborim faz diferentes bossas no samba. Sua baqueta pode ter ponta única ou múltipla, o que produz sons diferentes. Por sua importância dentro da bateria, o naipe de tamborins costuma ter diretores específicos para ele.

Cuíca - O som da cuíca é produzido através de uma pequena haste que fica em seu interior, que puxa um esticadíssimo couro que reveste o instrumento. Seu andamento é dependente da marcação dos surdos, que são seguidos pela cuíca. As cornetas e outros apetrechos que aparecem em algumas cuícas na Avenida são meramente decorativas.

Agogô - Tem um dos sons mais agudos da bateria. A bateria do Império Serrano é famosa por privilegiar seu naipe de agogôs, o que acabou por se tornar uma das maiores marcas da escola. Atualmente são mais de 50 agogôs na bateria da verde-e-branco de Madureira.

Reco-reco - Formado por uma haste e um pedaço de madeira (ou metal), seu som é produzido pelo atrito entre essas partes. Algumas baterias já não têm mais reco-recos entre seus ritmistas, mas muitas ainda mantêm esse instrumento. O instrumento observado à esquerda é feito de metal, assim como sua vareta.

Pandeiro - Dá um ritmo característico ao samba, mas tem um som pouco audível no conjunto da bateria. Por isso, muitas escolas aboliram o pandeiro de suas baterias. É usado como ‘alegoria’ por muitos ritmistas, que o tocam para as mulatas sambarem e fazem coreografias.

Prato - Outro instrumento utilizado basicamente como ‘alegoria’ pelos ritmistas. Em geral, as escolas têm uma ou duas pessoas com o prato, à frente da bateria, sambando e fazendo malabarismos com os pratos. O som, produzido pela batida de um prato no outro, é bastante forte.

FONTE: O Dia

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Samba

Sábado, Fevereiro 23rd, 2008

SambaO Samba é a principal forma de música de raízes africanas surgida no Brasil. O nome “samba” é, provavelmente, originário do nome angolano semba, um ritmo religioso, cujo nome significa umbigada, devido à forma como era dançado.

História

O primeiro registro da palavra “samba” aparece na Revista O Carapuceiro, de Pernambuco, em 3 de fevereiro de 1838, quando Frei Miguel do Sacramento Lopes Gama, escreve contra o que chamou de “samba d’almocreve”.

Em meados do século 19, a palavra samba definia diferentes tipos de música introduzidas pelos escravos africanos, desde o Maranhão até São Paulo.

O samba carioca provavelmente recebeu muita influência de ritmos da Bahia, com a transferência de grande quantidade de escravos para as plantações de café no Estado do Rio, onde ganhou novos contornos, instrumentos e histórico próprio, de forma tal que, o samba moderno, como gênero musical, surgiu no início do século 20 na cidade do Rio de Janeiro (a capital brasileira de então). Muitos pesquisadores apontam para os ritmos do maxixe, do lundu e da modinha como fontes que, quando sintetizadas, deram origem a ao samba moderno.

O termo “escola de samba” é originário deste período de formação do gênero. O termo foi adotado por grandes grupos de sambistas numa tentativa de ganhar aceitação para o samba e para a suas manifestações artísticas; o morro era o terreno onde o samba nascia e a “escola” dava aos músicos um senso de legitimidade e organização que permitia romper com as barreiras sociais.

O samba-amaxixado Pelo telefone, de domínio público mas registrado por Donga e Mauro Almeida, é considerado o primeiro samba gravado, embora Bahiano e Ernesto Nazaré tenham gravado pela Casa Édison desde 1903. É deles o samba “A viola está magoada“. Há registros também do samba “Em casa de Baiana” (1913), de autoria de Alfredo Carlos Brício. Porém ambos não fizeram muito sucesso, e foi a composição registrada por Donga que levou o gênero para além dos morros. Donga chegou a anunciar “Pelo telefone” como “tango-samba”, no Jornal do Brasil de 8 de janeiro de 1917.

Nos anos trinta, um grupo de músicos liderados por Ismael Silva fundou, na vizinhança do bairro de Estácio de Sá, a primeira escola de samba, Deixa Falar. Eles transformaram o gênero, dando-lhe os contornos atuais, inclusive coma introdução de novos instrumentos, como o surdo e a cuíca, para que melhor se adequasse ao desfile de carnaval. Nesta mesma época, um importante personagem também foi muito importante para a popularização do samba: Noel Rosa. Noel é responsável pela união do samba do morro com o do asfalto. É considerado o primeiro cronista da música popular brasileira. Nesta época, a rádio difundiu a popularidade do samba por todo o país, e com o suporte do presidente Getúlio Vargas, o samba ganhou status de “música oficial” do Brasil.

Nos anos seguintes o samba se desenvolveu em várias direções, do samba canção às baterias de escolas de samba. Um dos novos estilos foi a bossa nova, criado por membros da classe média, dentre eles João Gilberto e Antonio Carlos Jobim.

Nos anos sessenta os músicos da bossa nova iniciaram um movimento de resgate dos grandes mestres do samba. Muitos artistas foram descobertos pelo grande público neste momento. Nomes como Cartola, Nelson Cavaquinho, Zé Keti e Clementina de Jesus gravaram os seus primeiros discos.

Nos anos setenta o samba era muito tocado nas rádios. Compositores e cantores como Martinho da Vila, Bezerra da Silva, Clara Nunes e Beth Carvalho dominavam as paradas de sucesso.

No início da década de 1980, depois de um período de esquecimento onde as rádios eram dominadas pela música de discoteca e pelo rock brasileiro, o samba reapareceu no cenário brasileiro com um novo movimento chamado de pagode. Nascido nos subúrbios cariocas, o pagode era um samba renovado, que utilizava novos instrumentos, como o banjo e o tantã, e uma linguagem mais popular. Os nomes mais famosos foram Zeca Pagodinho, Almir Guineto, Grupo Fundo de Quintal, Caras de Pau, Jorge Aragão e Jovelina Pérola Negra.

Em meados de 1998 surgiu uma tendência para o samba que agora seguiria para direção das influências das músicas caribenhas. Nesse tempo, bandas baianas e também cariocas laçaram novidades como o Samba-reggae, hoje a principal variante do Pagode baiano. Assim, tanto o Samba de Roda quanto a Axé Music, estavam caminhando para a decadência e com pouca vendagem de discos. No início do Século XXI, em concorrência com a popualridade dos Pagodes carioca e paulista, o Samba-reggae, um gênero originalíssimo, tem ganhado popularidade. Grandes bandas tem matido o estilo como Olodum, Terra Samba, Refla, Cidade Negra e até o Só Pra Contrariar.

Atualmente o Samba é o gênero musical mais popular no Brasil e também popular em outras regiões do mundo como no Japão. Alguns artistas brasileiros como Nelson Sargento, Monarco e Wilson Moreira produzem Samba para japoneses.

Samba-Exaltação

O samba-exaltação, é caracterizado por composições “meta-regionais”, o ufanismo observado nas composições exalta por assim dizer a cultura do país e não um folclore específico, constituindo o primeiro momento de exportação da música popular sem precedentes na história, apresentando as cores, a aquarela do país ao resto do mundo. Aquarela do brasil, de Ary Barroso, é a composição que inaugura esse estilo de samba. Carmen Miranda destaca-se como uma das grandes expoentes.

Samba-Enredo

O samba enredo é o estilo cantado pelas escolas de samba durante os desfiles de carnaval. A letra do samba-enredo, normalmente, conta uma história que servirá de enredo para o desenvolvimento da apresentação da escola de samba. Em geral, a música é cantada por um homem, acompanhado sempre por um cavaquinho e pela bateria da escola de samba, produzindo uma textura sonora complexa e densa, conhecida como batucada.

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