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Imperatriz 2009: Confira a sinópse do enredo

Quarta-feira, Julho 2nd, 2008

Enredo: Imperatriz…. só quer mostrar que faz samba também!

Carnavalesco: Rosa Magalhães

Basta um rápido olhar sobre o presente para constatar a importância de Ramos na geografia carioca do samba. São deste bairro uma das principais escolas de samba, um dos principais blocos, o Cacique de Ramos, e um dos dos principais grupos - O Fundo de Quintal. Mas essa realidade de hoje tem origem num passado culturalmente rico, extremamente musicial, marca da região da Leopoldina.

O bairro surgiu com a chegada do trem em 1886, quando a Estrada de Ferro do Norte, futura Leopoldina Railway, precisava de passar no meio das terras que haviam pertencido ao capitão Luiz José Fonseca Ramos. Seus descendentes concordaram com a obra, desde que fosse criada uma parada bem ali, na fazenda, para facilitar a vida da família. Nasceu então a Parada de Ramos, e com ela o nome do bairro, que começaria a ganhar ruas, luz, esgoto, na virada do século.

Ramos foi deixando rapidamente de ser uma vila rural, tornando-se um centro metropolitano. Surgem as primeiras ruas: professor Lace e Uranos, entre outras. Nelas, foram construídos os primeiros casarões.

A praia de banhos era a praia de Ramos, também conhecida como Mariangú, nome de ave abundante no local. O balneário tinha até cabines para troca de trajes de banhos e uma elegante avenida beira-mar. A Praia de Ramos, única da região da Leopoldina, era um lugar muito aprazível, com seus cajueiros e caça aos caranguejos, além dos banhos de lamas medicinais, pouco a pouco foi abandonada… sobrevive apenas na memória de quem um dia conheceu a “Copacabana do Subúrbio”. (more…)

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Grande Rio 2009: Confira a sinópse do enredo

Sexta-feira, Junho 27th, 2008

Pesquise Preços: CDs da Grande Rio

Enredo: Voila, Caxias! Para sempre liberte, egalité, fraternité. Merci beaucoup, Brésil! Não tem de quê!

Carnavalesco: Cahe Rodrigues

Justificativa do enredo

No carnaval de 2009 o G.R.E.S. Acadêmicos do Grande Rio fará uma homenagem ao ano da França no Brasil. Para tal, nossa intenção é consolidar a relação fraterna entre esses dois países que, ao longo da história, sempre tiveram uma relação próxima, preponderante, entre outras coisas, para a construção da identidade do Brasil como Nação. Os últimos anos, quer seja nas artes, ciência, tecnologia, educação ou na cultura em geral provam que a França sempre se fez presente em nosso país.

Em 2005, foi comemorado o Ano da Brasil na França e nós brasileiros fomos homenageados com uma série de eventos e atividades culturais, que proporcionaram aos franceses o conhecimento, mesmo que de forma condensada, de nossa diversidade artística. Em 2009, Ano da França no Brasil, cabe a nós receber e exaltar as mais diversas atividades culturais e artísticas francesas, retribuindo igual homenagem, mostrando assim, sua importância aos brasileiros e renovando nossas ligações com esta Nação.

E nada melhor do que o carnaval, maior espetáculo da Terra, para ser palco dessa grande festa de confraternização. Sendo assim, a Grande Rio, através do enredo “Voilá Caxias! Para sempre Liberte, Egalité, Fraternité. Merci beaucoup Brésil! Não tem de quê!”, pretende enaltecer os vários anos de presença francesa no Brasil, justificando a reciprocidade existente entre estes dois países.

O sol que ilumina a corte…
Solte a sua imaginação, pois a Grande Rio lhe convida a bailar! Entregue-se a essa inebriante festa de requinte, luxo e ostentação, da mais exuberante corte de todos os tempos, a Corte do Rei Sol. Os fogos de artifício iluminam os jardins de Versalhes! Prove dos melhores vinhos e champanhes desta corte, servidos nas taças do mais refinado cristal. (more…)

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Jacarezinho 2009: Confira a sinópse do enredo

Domingo, Junho 22nd, 2008

Enredo: Ora pois, pois… Tem Paticumbum à Vista!

Carnavalesco: Alex de Oliveira

jacarezinhoIntrodução

O enredo Ora pois, pois… Tem Paticumbum à Vista! É a história do carnaval. Contada pelos “portugueses de alma carioca” que influenciaram o surgimento e a evolução da maior Manifestação Popular de Cultura desse país: o Carnaval do Rio!

Sinopse do Enredo

Vindo de Portugal, como a ternura de uma rima, a certeza, de que a magia e a beleza da paixão carnavalesca do Rio é de influência portuguesa.

Ora, pois, pois sou português que sigo encantado entre o presente e o meu passado. E confesso-lhes que quando aqui cheguei pelas curvas femininas me apaixonei…

Me identifiquei com a alegria dessa terra, dia e noite, noite e dia,
com o espírito carnavalesco e a magia desse paraíso da folia. (more…)

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Mangueira 2009: Confira a sinópse do enredo

Sexta-feira, Junho 20th, 2008

Enredo: A Mangueira traz Os Brasis do Brasil mostrando a formação do povo brasileiro.

Carnavalesco: Roberto Szaniecki

logo mangueiraA Estação Primeira de Mangueira, no Carnaval 2009, pretende resgatar através da visão de Darcy Ribeiro, a formação do povo brasileiro comparando-o com Roma, por sua presença latina no nosso país continente.

Esta Nova Roma justifica-se porque é mestiça sem perder a sua latinidade, mas recebendo influência indígena e negra, formam uma sólida e mutante identidade étnica. É um Brasil cujo povo é alegre e orgulhoso de sua mestiçagem e, veremos através de nosso enredo como isto se deu neste ambiente tropical onde, o clima e o verde abraçam a todos.

Começamos pelos índios, que ao longo de 10 mil anos aprenderam a lidar com o ambiente das florestas e consegue tirar o melhor dela para a sua sobrevivência. Seus núcleos sociais obedecem a uma hierarquia própria e direcionada para o bem comum.

Com a chegada dos europeus, os opostos se confrontam; selvageria e civilização em um primeiro momento não irão se misturar. Entretanto com os interesses de ambos os lados, os índios cobiçando ferramentas e europeus com olho no pau-brasil, a aproximação torna-se inevitável. O indígena não se deixa escravizar facilmente, não subserviente, é contra o seu espírito livre, daí, surgindo grandes dificuldades no processo extrator da nobre madeira.

As circunstâncias sinalizam caminhos outrora pouco ortodoxos para a solução do problema.

Das milhares de aldeias por toda a costa se torna comum o “casamento” de índias com europeus. Agora parentes, surge a tal mão-de-obra para derrubar o pau-brasil; é o “Cunhadismo”. O início da mestiçagem também é o início da formação do povo brasileiro.

O denominado mameluco aprende sobre a milenar cultura indígena que se soma aos conhecimentos europeus. Quem são eles? Nem um, nem outro, são a base transformadora de uma nova etnia nacional.

O contato com o europeu também foi danoso para o índio. Moléstias vindas do outro lado do mar dizimam os que aqui habitavam aos milhares, entretanto, a junção de conhecimentos foi primordial para a subsistência de todos nestas terras. (more…)

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Beija Flor 2009: Confira a sinópse do enredo

Segunda-feira, Junho 16th, 2008

Enredo: “No chuveiro da alegria quem banha o corpo, lava a alma na folia”

Carnavalesco: Alexandre Louzada

Introdução

Nossa relação com a água remete a nossa própria existência, partindo do princípio que nos desenvolvemos em uma bolsa de água durante nove meses e a partir daí esta relação coexiste em nossas vidas: água para beber, para lavar, curar e purificar.

A cada época e lugar sentimos essa incontrolável necessidade de se relacionar com esse elemento da natureza. Nosso enredo é uma viagem pela relação entre a humanidade e a água. Mais do que um hábito de higiene, o banho reflete a história e o desenvolvimento cultural de um povo e suas crenças, a história do banho traça a trajetória da civilização.

Partimos de 3 mil anos atrás até a atualidade. Trazemos à tona esse longo banho, misturando as suas gotas, significados, símbolos e desejos, personagens anônimos e lendários que, através dos tempos, testemunharam as transformações ocorridas com esta prática e os rituais relativos à ela, bem como alguns aspectos imutáveis ao longo do tempo, que fazem do banho uma necessidade inquestionável e eterna.

É com a limpidez de espírito e com orgulho que a Beija-Flor de Nilópolis conta este enredo, lavada e perfumada, em seu momento de estrela, e vem banhar-se de alegria e beleza, agitando as águas da história e envolvendo a todos com uma suave espuma de prazer e felicidade.

Sinopse - “No chuveiro da alegria quem banha o corpo, lava a alma na folia”.

Hoje o samba vem mergulhar de corpo e alma no azul cristalino das águas do tempo, abrindo as comportas da história, num rio mágico de fantasia que jorra m cores nesta folia, lavando as manchas do passado, passando a limpo a humanidade, dando um banho de alegria nesta maravilhosa cidade.

É o Beija-Flor que navega nas espumas flutuantes, atravessando eras, remando em asas, nas águas claras e fascinantes, da sua fértil imaginação. E inventa assim num céu para seu vôo encantado, no espelho mágico que reflete líquido, o néctar doce e puro de sua fonte de inspiração.

No borbulhar da história, faz emergir o limiar de um hábito, um milenar costume que o Egito nos ensinou, um misto de mito, rito e de prazer. Uma dádiva do Nilo, que ao banhar esse povo moreno, nos legou esse saber.

Saber quão salutar é esta prática, uma receita de bem viver, um instrumento de beleza. Segredo de uma mulher que se fez símbolo maior de realeza, a rainha do deserto, deusa a se banhar de leite e perfume de flor, com tempero de sedução, que balançou impérios e conquistou corações.

Vai atravessando a cortina de fumaça que transpõe o tempo e chega ao Oriente, de onde exala o aroma das ervas que inebria a alma de água e calor, desvenda essa nuvem que limpa o corpo e a mente, que transpira os males, que renova o vigor. Bruma de saúde a se espalhar em vapor, como sopro divino, vindo do Olímpo de Zeus, como presente de Grego que o Império Romano recebeu e que a ele deu ares de festa, erguendo palácios de luxúria e lazer. (more…)

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Vila isabel 2009: Confira a sinópse do enredo

Segunda-feira, Junho 16th, 2008

Enredo: Neste Palco da Folia, é Minha Vila que Anuncia: “Theatro Municipal - a Centenária Maravilha”

Carnavalesco: Alex de Souza

Muito Prazer. Meu nome é Paulo Barreto. Mas fiquei conhecido mesmo pelo meu pseudônimo: João do Rio, o mais carioca dos cariocas. Fui escritor e cronista, com passagem por importantes jornais como O País e a Gazeta de Notícias. Fui romancista, e publiquei diversos livros, sendo por isso convidado para assumir uma cadeira na Academia Brasileira de Letras. Fui autor de diversas peças de teatro e presidente da Sociedade Brasileira de Autores Teatrais. Mas, a minha grande paixão era perambular pelas ruas da cidade, como um flâneur, para poder compreender a sua verdadeira “alma encantadora”.

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Paraíso do Tuiuti 2009: Confira a sinópse do Enredo

Segunda-feira, Junho 16th, 2008

Tuiuti 2009 - Cassino da UrcaEnredo: O Cassino da Urca

Carnavalesco: Eduardo Gonçalves
Acendam as luzes! Abram as cortinas! E que a orquestra toque o mais alto, dos bons sons! Bomboniers, ajeitem suas roupas, dançarinas arrumem os cabelos, o make, os brilhos … pois o glamour está no ar! Cantores, músicos, manobristas e garçons, todos preparados…..tudo vai recomeçar!!

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Vila Isabel define enredo para 2009

Terça-feira, Abril 8th, 2008

Vilsa IsabelO centenário do Theatro Municipal do Rio de Janeiro será o tema do enredo da Unidos de Vila Isabel para o Carnaval 2009. De autoria do carnavalesco Alex de Souza e do historiador Alex Varela, o enredo vai abordar aspectos históricos e culturais, como as primeiras óperas, a criação do corpo de baile e da orquestra, encenações teatrais marcantes e os primeiros bailes de carnaval. A Theatro Municipal do Rio de Janeiro comemora cem anos no dia 14 de julho de 2009.

fonte Odia

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Bateria

Sábado, Abril 5th, 2008

Bateria da Escola G.R.E.S. ESTÁCIO DE SÁ 2007 O Ti Ti Ti Do SapotiBateria

O coração da escola. Assim pode ser definida a bateria de uma escola de samba. Lá, o samba pulsa, na batida do surdo. É dali que a animação flui, transbordando pela Sapucaí, ditando o ritmo da agremiação no desfile. Quando o puxador da escola começa a cantar o samba, público e componentes já se agitam. Mas é somente quando o repique soa e a bateria entra que a festa é total: é carnaval! Ao seu vibrante som, acompanhado pelo samba-enredo cantado, a escola passa e encanta na avenida.

Uma bateria de escola de samba tem, em geral, cerca de 300 componentes (segundo as obrigatoriedades do regulamento, ela não pode se apresentar com menos de 200 ritmistas). Os diretores de bateria a dividem em vários naipes de instrumentos. Antigamente, era usual concentrar os pesados atrás e os leves na frente. Hoje, são observadas diversas arrumações, com fileiras de instrumentos nas laterais e outros concentrados no meio. Cada bateria tem seu diretor principal (o chamado mestre de bateria) e outros diretores que o auxiliam no comando dos ritmistas, em número que varia de 5 a 10. Esses diretores se posicionam ao longo da ala e comandam seu setor. O naipe de tamborins, em geral, é o único que tem diretores específicos.

O puxador, para manter o andamento do samba, tem sempre a seu lado um cavaquinho (e eventualmente um violão de sete cordas). Mas tais instrumentos só aparecem junto ao carro de som, não fazendo parte do corpo da bateria. Também são proibidos nos desfiles instrumentos de sopro.

Aqui você irá conhecer mais detalhes sobre os instrumentos que compõem a bateria de uma escola de samba.

Instrumentos Pesados ou de Marcação (são a base do ritmo)

Surdo de primeira - É o maior surdo e o que dá o andamento principal ao samba, servindo como base. Os puxadores se guiam por ele para não acelerar ou desacelerar o canto do samba. Em geral, há um surdo de primeira junto aos puxadores, como guia. Tem uma afinação mais forte e mais aguda do que a dos surdos de resposta.

Surdo de segunda - É a resposta ao surdo de primeira. Serve como sustentação para o samba no momento em que o surdo de primeira está ‘parado’, sendo um contraponto.

Surdo de terceira - Aparece entre os outros dois (um pouco antes do surdo de segunda). Serve para dar um molho especial à cadência, quebrando a dureza dos outros surdos e dando um balanço à marcação. A batida varia de escola para escola, pois cada uma utiliza um tempo de corte.

A bateria da Mangueira é famosa por não apresentar os surdos de resposta (segunda e terceira). Tem apenas a primeira e um surdo de corte, também chamado surdo mor, que não é de resposta, mas que suinga a primeira. Ela é a única escola que faz sua marcação desta forma; as demais utilizam as marcações comuns com primeira, segunda e terceira.

Caixa de guerra - É o que dá o som característico ao samba. Só com o som da caixa já se pode identificar uma escola de samba. É sempre tocado com duas baquetas, e tem duas cordas sobre o ‘couro’ que dão uma afinação diferente. Marca o andamento, mas permite floreios que não ocorrem nos surdos. A forma como se toca uma caixa varia também de escola para escola: algumas utilizam o instrumento embaixo, na altura da cintura, tocando normalmente com as duas mãos; outras põem a caixa ‘em cima’, utilizando uma mão como apoio e a outra livre. O tarol é uma caixa de guerra mais fina. O som é muito semelhante, e o tarol, em tamanho, equivale a ‘meia caixa’.

Repique - É uma resposta à caixa. É bastante utilizado nas paradinhas e nas viradas do samba, como ’senha’ para a volta dos demais instrumentos. Antigamente, utilizava-se predominantemente o repique nas paradinhas. Hoje, já admite-se o uso de chocalhos, tamborins e outros, enquanto o resto da bateria silencia.

Instrumentos Leves ou de Percussão (são o molho do samba)

Chocalho - É formado por várias fileiras de ‘chapinhas’. Há chocalhos com duas, três, quatro, cinco e até seis fileiras. Não há uma grande diferença no som dos chocalhos devido ao número de fileiras (mas uma maior quantidade de fileiras produz um som mais forte). Esse instrumento aparece mais nos refrões, e fica passagens inteiras do samba sem ser tocado. O chocalho ajuda a caixa a dar o suingue do samba, mas é mais leve.

Tamborim - É um dos instrumentos mais importantes, já que faz todo o desenho do samba. Enquanto os surdos e a caixa fazem uma marcação contínua, o tamborim faz diferentes bossas no samba. Sua baqueta pode ter ponta única ou múltipla, o que produz sons diferentes. Por sua importância dentro da bateria, o naipe de tamborins costuma ter diretores específicos para ele.

Cuíca - O som da cuíca é produzido através de uma pequena haste que fica em seu interior, que puxa um esticadíssimo couro que reveste o instrumento. Seu andamento é dependente da marcação dos surdos, que são seguidos pela cuíca. As cornetas e outros apetrechos que aparecem em algumas cuícas na Avenida são meramente decorativas.

Agogô - Tem um dos sons mais agudos da bateria. A bateria do Império Serrano é famosa por privilegiar seu naipe de agogôs, o que acabou por se tornar uma das maiores marcas da escola. Atualmente são mais de 50 agogôs na bateria da verde-e-branco de Madureira.

Reco-reco - Formado por uma haste e um pedaço de madeira (ou metal), seu som é produzido pelo atrito entre essas partes. Algumas baterias já não têm mais reco-recos entre seus ritmistas, mas muitas ainda mantêm esse instrumento. O instrumento observado à esquerda é feito de metal, assim como sua vareta.

Pandeiro - Dá um ritmo característico ao samba, mas tem um som pouco audível no conjunto da bateria. Por isso, muitas escolas aboliram o pandeiro de suas baterias. É usado como ‘alegoria’ por muitos ritmistas, que o tocam para as mulatas sambarem e fazem coreografias.

Prato - Outro instrumento utilizado basicamente como ‘alegoria’ pelos ritmistas. Em geral, as escolas têm uma ou duas pessoas com o prato, à frente da bateria, sambando e fazendo malabarismos com os pratos. O som, produzido pela batida de um prato no outro, é bastante forte.

FONTE: O Dia

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